mapa
eu fico bastante em dúvida do que tô sentindo. as coisas são tão difusas. eu não queria que fosse assim, mas acho que a neblina tá perto de dissipar.
eu não quero dar nomes pras coisas, quero só vivê-las. quero colecionar histórias e sorrisos como sempre. sem nenhuma alteração de rota.
tenho curiosidade enorme em desbravar o seu mundo. seu mistério me encanta de uma forma muito peculiar.
você não tem nada de mais, e por isso desperta. porque sempre tem tudo demais.
nesse momento os dedos deslizam pelas teclas seguindo o ritmo de uma melodia. como se fosse extensão da mente, esse sentimento que venho tentando resgatar a tanto tempo e não tinha conseguido.
você é tipo um mapa de Skyrim que é misterioso, você nunca sabe o que pode aparecer, simplesmente complexo, tem missões infinitas. você sabe que dá trabalho pra explorar tudo mas mesmo assim a determinação de conhecer todos os segredos ainda reina e me desperta a vontade de investir o tempo que for, até platinar.
quero entender porque suas mãos são mais macias que as minhas. porque você tem tanto desajeito ao comer qualquer coisa, e porque raios você vai do 8 ao 80 do sorriso em menos de dois segundos e quando eu reparo nisso e digo pra você, a gargalhada que você dá é a coisa mais gostosa do mundo.
quero entender porque não tem grude, não tem mãos dadas, não tem nada de comum. mas tem ligação. tem conexão. quero te falar que seus olhos apertadinhos são charmosos, que você tem sardas no corpo todo inclusive nas pálpebras. que seu abraço é uma cabana gostosa pra se esconder, e que você não sai da minha cabeça faz um tempo já.
o problema é que tenho medo. meu coração endureceu um pouquinho nos últimos tempos, e tenho muito medo e dificuldade de falar o que tá passando aqui. eu também não tenho muito jeito, mas não deixo de estar na sua. e me sentir um pouquinho mais feliz por isso. tenho um medo de demonstrar fragilidade. ai lembro que sou ser humano, e não tem problema ser frágil.
falando nisso, um dia você me deixa contar as sardas do seu rosto?
escrito em 01.12.16
eu não quero dar nomes pras coisas, quero só vivê-las. quero colecionar histórias e sorrisos como sempre. sem nenhuma alteração de rota.
tenho curiosidade enorme em desbravar o seu mundo. seu mistério me encanta de uma forma muito peculiar.
você não tem nada de mais, e por isso desperta. porque sempre tem tudo demais.
nesse momento os dedos deslizam pelas teclas seguindo o ritmo de uma melodia. como se fosse extensão da mente, esse sentimento que venho tentando resgatar a tanto tempo e não tinha conseguido.
você é tipo um mapa de Skyrim que é misterioso, você nunca sabe o que pode aparecer, simplesmente complexo, tem missões infinitas. você sabe que dá trabalho pra explorar tudo mas mesmo assim a determinação de conhecer todos os segredos ainda reina e me desperta a vontade de investir o tempo que for, até platinar.
quero entender porque suas mãos são mais macias que as minhas. porque você tem tanto desajeito ao comer qualquer coisa, e porque raios você vai do 8 ao 80 do sorriso em menos de dois segundos e quando eu reparo nisso e digo pra você, a gargalhada que você dá é a coisa mais gostosa do mundo.
quero entender porque não tem grude, não tem mãos dadas, não tem nada de comum. mas tem ligação. tem conexão. quero te falar que seus olhos apertadinhos são charmosos, que você tem sardas no corpo todo inclusive nas pálpebras. que seu abraço é uma cabana gostosa pra se esconder, e que você não sai da minha cabeça faz um tempo já.
o problema é que tenho medo. meu coração endureceu um pouquinho nos últimos tempos, e tenho muito medo e dificuldade de falar o que tá passando aqui. eu também não tenho muito jeito, mas não deixo de estar na sua. e me sentir um pouquinho mais feliz por isso. tenho um medo de demonstrar fragilidade. ai lembro que sou ser humano, e não tem problema ser frágil.
falando nisso, um dia você me deixa contar as sardas do seu rosto?
escrito em 01.12.16
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