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Mostrando postagens de dezembro, 2010

Mágica

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Essa noite sonhei que eu podia fazer o que quisesse. Podia voar e alcançar o céu. Podia tocar estrelas. Podia prender a respiração E nadar livremente por quanto tempo eu quisesse. Podia conseguir as coisas boas que sempre almejei. Podia abraçar todas as pessoas sem preconceito. Podia reencontrar os amigos e amigas que perdi. Podia respirar o ar puro que brotava de mim. Podia dormir e sonhar que sonhava. Podia reviver os momentos bons que passei. Mas também podia criar outros melhores ainda. Podia criar situações e vivê-las. Ou podia apenas assistir acontecer. Mas eu quis acordar. E me dei conta de que tudo isso é possível. Tudo tem sua devida consequência, Mas é isso que é a tal mágica da vida. Impossível, improvável. Mas estamos dentro dela. Tudo pode, tudo dá. Onde sonho é realidade. E a realidade não machuca tanto quanto parece. Tudo precisa de carinho e atenção: Apenas viva livremente. As preocupações de amanhã virão amanhã. Não chore: sorria. Seu rosto fica bem mais bonito assim.

10 coisas que você não sabia sobre mim

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Oi pessoal! Fiquei devendo um top 10 no outro post, e aproveitando minha insônia vadia, tô escrevendo aqui. Na verdade eu ia deixar pra amanhã, mas eu sei que tenho bilhões de compromissos e deveres e infernos pra fazer, então aí vai! 1) Eu troco altas idéias com o meu cachorro e choro vendo ele dormir. Minha outra cachorrinha que morreu, a Bruna, eu nem ligava pra ela e me sinto muito culpada até hoje. O Bebê, o poodle mais lindo do mundo, dorme comigo hoje. 2) Conheço muitas meninas, adoro elas, mas prefiro amizade de homens, porque entre mulheres rola MUITA confusão. Muita inveja, muita competição, muita frescura. Prefiro a objetividade dos homens, pois você nunca irá discutir a cor de esmalte com seu melhor amigo. 3) Quero muito um animalzinho pra chamá-lo de Montgomery (que nem o líder do Get Along Gang, desenho que demorei uns 8 anos pra lembrar o nome. Bendito seja o Youtube). 4) Eu falo que eu sou nerd, mas eu só estudo a matéria no dia da prova. Fiz isso durante toda a minha v...

Selos

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Fiquei muito lisonjeada ao ver os comentários do ultimo post e ver o oferecimento dos selos de qualidade, indicados pelo Eumar Lima, do blog A Verdade Nua e Crua. É uma coisa muito simples, mas fiquei feliz mesmo. Isso mostra que o blog está alcançando patamares que eu nunca imaginei alcançar, pessoas lendo e curtindo, isso é bom demais! E que venha 2011 lotado de pessoas legais como você, que visita aqui, com frequência ou não, mas vem checar as atualizações e ver o que eu tenho a dizer. Obrigada de verdade a todos! Olha os selos, aí minha gente: As regras para receber os selos são: 1- Primeiro: precisa ser indicado por alguém que recebeu; 2- Segundo: Quem recebeu precisa indicar de 5 a 15 blogs que não possui tais selos; 3- Terceiro: Publicar os selos em um post e avisar aos indicados; 4- Quarto (apenas para o selo de qualidade): contar 10 coisas sobre você. Minhas indicações são as seguintes: Tyago's Blog - O Tyago foi o cara que me inspirou a fazer as poesias desse blog, ou se...

Sincera

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A maior das felicidades Está me consumindo tanto... Sou capaz agora de voar sem asas, Posso visitar casas, cidades E fazer todos sorrirem com encanto. Seria capaz de dividir minhas alegrias, Seria capaz de cultivar sorrisos, melodias, Com você, com ele e com ela: Sem trabalho algum, Como comer brigadeiro de panela. O gesto é simples Mas tem mais significado que qualquer coisa. Pense nisso quando acordar todos os dias: Pense que você vai fazer a diferença pra alguém Pelo simples fato de sorrir E compartilhar sua sincera alegria. Na maior das tempestades Seja você mesmo a calmaria!

Voar

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Andar na estrada da liberdade é gratificante. A sensação de ser livre pra escolher, viver, aprender. Pular, gritar e sorrir como nunca. Esse sentimento que nasce dentro do coração Dentro da mente, Tudo isso ajuda a gente a crescer. Evoluir. Soltar. Voar.

Ampulheta - Final

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Eu falava sozinha. No banheiro, pra ser mais exata. Nossa, trocava altas idéias comigo mesma. Passei anos desse jeito e confesso que às vezes ainda faço isso, enfim. Forever alone total, perceberam? Até que um dia, minha mãe bateu na porta em perguntou com quem eu estava conversando. É, eu tinha me empolgado. Precisava de outra solução: queria expor o que eu pensava sem ter medo de represálias. Porque quando um adolescente pensa, as pessoas querem podar seus devaneios. Nem era tão popular ainda esse negócio de blog, mas eu resolvi fazer. Ninguém ia ler, eu sabia, visto que eu não divulgava e tal. Se você tiver paciência, visite minhas postagens antigas e veja a qualidade medíocre dos meus textos. Eles até fazem sentido, mas com a cabeça que tenho hoje, vejo que eu faria diferente: um pouco menos de revolta, um pouco mais de sapiência. Mas veja bem, o passado que constrói a nossa essência. E devo dizer que precisei passar por todas as revoltas com e sem causa, os estresses, as discussõe...

Ampulheta - II

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O tempo passou, eu cresci, mas aquela paixão continuava. De modo exagerado admito. Eu já quis escrever um atlas num caderno brochura e já comecei várias histórias onde a personagem começava seu dia tomando um suco de laranja. Nada a ver. Na sexta série começaram as propostas de redação mais complexas, e eu tirei de letra. De modo exagerado, de novo. Os meus amigos rascunhavam umas 20 linhas por proposta. Minhas redações levavam a tarde toda pra serem escritas e tinha 7 folhas de caderno universitário frente e verso. Problemas. Mas eu notei que quando havia regras do tipo 'dissertação com 30 linhas sobre o desmatamento e outros problemas ambientais' eu SEMPRE travava. Agora, quando não tinha regras, nossa! Eu desembestava lindamente a escrever. Até no Enem, vestibular, essas coisas eu nunca me dei bem. Quer dizer, não era de todo o mal, mas definitivamente minhas notas eram maiores na parte objetiva. Eu não tenho e acho que nunca terei poder de resumir e limitar minhas idéias. E...

Ampulheta - I

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Esse é o 100º post do blog e resolvi contar uma história pra vocês. Eu aprendi a ler com 4 anos, fuçando num caderno de receitas da minha mãe e me lembro: minha primeira palavra foi Capítulo . Saí correndo pra contar a novidade pra minha mãe, que sorriu e me abraçou. Desse dia em diante minha mãe quis me colocar na escola mas, pela pouca idade, eu teria que esperar mais um ano. E eu sonhava em ir pra escola, dava nome a todos os meus amiguinhos, dava aulas pros meus alunos invisíveis. E comia todas as bolachas deles também, mas isso não vem ao caso. Mas uma coisa que assolava minha pequena cabeça grande e minha mãe ria muito disso, como ela adora me lembrar: se eu ia pra escola então eu já tinha que ter uma base; eu dizia "-MÃE EU NÃO SEI LER!" E sério, não adiantava minha mãe dizer que a gente ia pra escola justamente por isso: pra aprender. "Não porque eu tenho que saber, que tenho porque tenho e MIMIMI". E batia o pé. Minha mãe, anjo que sempre foi, resolveu me e...