recompensa
eu não preciso fazer só porque estão me pedindo.
eu não preciso ir só porque precisam de mim.
eu não preciso fazer só porque posso fazer.
a vontade de servir tem sido maior do que os freios da análise, do que a parada para refletir se realmente é possível fazer ou não. ultimamente, tenho servido e ajudado sem olhar a quem ou até mesmo se tenho energia suficiente para doar.
isso tem me feito muito bem, porque a recompensa de ver um sorriso de alívio na família ou nos amigos é impagável.
mas, nesse momento, um pensamento forte me passou pela cabeça: até que ponto a preocupação com o outro vale a pena? sempre vale a pena? ou tem que ser dosado?
a aula de ontem veio forte em minha mente, sobre o ego querer se achar melhor só porque pode se achar melhor. mas isso não significa nada, afinal a realidade não são nossos pensamentos.
eu estou me sentindo melhor mas eu sei que não sou melhor.
o video do Hawkins agora me clarificou mais ainda o que escrevi há meses: acolha o lado animal, que que quer ser o primeiro, o melhor, o mais forte. não o condene, pois é graças ao "perky" que estamos aqui. trocar condenação por compreensão nunca veio tão forte quanto agora.
estou me sentindo culpada de me sentir melhor. culpa por ter um pensamento que calibra baixo, e vergonha porque sei que não é verdade.
o que está por trás disso?
estou me sentindo lesada pois só eu estou contribuindo. é ótimo ser provedora, mas minhas reservas estão acabando. nos últimos meses foram milhares de reais gastos para tapar um buraco que nem fui eu que causei. aí vem o julgamento "pô, você já passou por isso uma vez, e não aprendeu ainda?", e depois vem o pensamento "sou tão mais nova e já sei que agir assim é besteira. ainda bem que não me espelho em vocês senão estava lascada". aí vem o sentimento de superioridade. "sou mais nova e mais consciente."
engraçado, quem disse que estamos competindo pra ver quem é mais consciente?
eu não preciso ir só porque precisam de mim.
eu não preciso fazer só porque posso fazer.
a vontade de servir tem sido maior do que os freios da análise, do que a parada para refletir se realmente é possível fazer ou não. ultimamente, tenho servido e ajudado sem olhar a quem ou até mesmo se tenho energia suficiente para doar.
isso tem me feito muito bem, porque a recompensa de ver um sorriso de alívio na família ou nos amigos é impagável.
mas, nesse momento, um pensamento forte me passou pela cabeça: até que ponto a preocupação com o outro vale a pena? sempre vale a pena? ou tem que ser dosado?
a aula de ontem veio forte em minha mente, sobre o ego querer se achar melhor só porque pode se achar melhor. mas isso não significa nada, afinal a realidade não são nossos pensamentos.
eu estou me sentindo melhor mas eu sei que não sou melhor.
o video do Hawkins agora me clarificou mais ainda o que escrevi há meses: acolha o lado animal, que que quer ser o primeiro, o melhor, o mais forte. não o condene, pois é graças ao "perky" que estamos aqui. trocar condenação por compreensão nunca veio tão forte quanto agora.
estou me sentindo culpada de me sentir melhor. culpa por ter um pensamento que calibra baixo, e vergonha porque sei que não é verdade.
o que está por trás disso?
estou me sentindo lesada pois só eu estou contribuindo. é ótimo ser provedora, mas minhas reservas estão acabando. nos últimos meses foram milhares de reais gastos para tapar um buraco que nem fui eu que causei. aí vem o julgamento "pô, você já passou por isso uma vez, e não aprendeu ainda?", e depois vem o pensamento "sou tão mais nova e já sei que agir assim é besteira. ainda bem que não me espelho em vocês senão estava lascada". aí vem o sentimento de superioridade. "sou mais nova e mais consciente."
engraçado, quem disse que estamos competindo pra ver quem é mais consciente?
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