clamor
o sentimento é de aperto no peito.
sobe aquele negócio na garganta.
como se você fosse incapaz de sentir alegria novamente.
sem força nenhuma para levantar da cama, tomar um banho ou sorrir para o espelho.
um esforço incomum, quase homérico para falar com alguém.
as coisas não fluem.
tudo trava. tudo prende. tudo aperta.
o mais louco de tudo isso é saber que isso está acontecendo
e não ter força suficiente para sair desse emaranhado.
estou lutando com todas as forças ao escrever esse texto.
pois sei que preciso de ajuda.
mas não sei como pedir.
quem pode me ajudar? não faço ideia nem de como iniciar uma conversa sobre isso.
me sinto sozinha.
e aí, tudo vira ironia. tudo vira sarcasmo.
numa tentativa desesperada de pedir por socorro.
mas por dentro,
há uma nebulosidade absurda.
que me impede de ser e ver quem sou.
sobe aquele negócio na garganta.
como se você fosse incapaz de sentir alegria novamente.
sem força nenhuma para levantar da cama, tomar um banho ou sorrir para o espelho.
um esforço incomum, quase homérico para falar com alguém.
as coisas não fluem.
tudo trava. tudo prende. tudo aperta.
o mais louco de tudo isso é saber que isso está acontecendo
e não ter força suficiente para sair desse emaranhado.
estou lutando com todas as forças ao escrever esse texto.
pois sei que preciso de ajuda.
mas não sei como pedir.
quem pode me ajudar? não faço ideia nem de como iniciar uma conversa sobre isso.
me sinto sozinha.
e aí, tudo vira ironia. tudo vira sarcasmo.
numa tentativa desesperada de pedir por socorro.
mas por dentro,
há uma nebulosidade absurda.
que me impede de ser e ver quem sou.
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