Sabe quando...

Sabe quando...
Você conhece uma pessoa e adora ela no primeiro contato?
Você admira suas idéias, suas palavras, seu jeito de ser?
Você gosta mais ainda porque num momento de dificuldade enorme ela foi uma das únicas pessoas a ficar do seu lado e te dar palavras que te sustentaram e ajudaram a ficar de pé e seguir em frente?
Essa pessoa me pediu ajuda, fui lá e fiz a minha parte sem hesitar nem por um minuto?
A gratidão de ter sido ombro amigo perdura pra sempre?
A gente curte de verdade a companhia da pessoa?
A gente pode ser nós mesmos e falar o que pensa sem ter medo do que a outra pessoa vai achar?

Sabe quando...
Você começa a perceber mudanças nessa pessoa querida?
A pessoa fica irreconhecível depois de um acontecimento marcante?
A pessoa se torna uma pessoa fútil, sem valor, sem conteúdo?
Não se consegue prosseguir com uma conversa sem que coisas irrelevantes sejam postas no meio do assunto?
A pessoa que antes pensava num futuro bom, joga tudo pro alto de uma hora pra outra?
Perde-se a confiança devido ao não-cumprimento de um favor?
Não é possível mais conversar com essa pessoa?
Nada justifica esse tipo de atitude?
A gente descobre que essa pessoa não vale nada?

Então...

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